IBOV 138.420 +0,82% USD/BRL 5,18 -0,34% EUR/BRL 5,62 +0,11% Bitcoin US$ 61.450 -0,38% Ethereum US$ 1.627 -0,67% Selic 9,75% estável IPCA 12m 3,84% -0,12pp Petróleo Brent US$ 82,40 +1,21%
Ao vivo

Nos 95 anos do Cristo Redentor, Instituto Kindala atende população na Catedral Metropolitana

Por

·

A celebração dos 95 anos do Cristo Redentor, na segunda-feira, 12 de outubro, desceu do alto do Corcovado e se estendeu até a Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, localizada no Centro da cidade. A programação do evento Ação de Amor do Cristo Redentor, voltado para pessoas em situação de vulnerabilidade foi além da festa, com postos de atendimento para serviços variados. 

Mais de duas mil pessoas puderam tirar novas vias de documentos, se candidatar a vagas de emprego, fazer inscrição para cursos de capacitação e estar em dia com sua saúde. Para isso, foram montadas diversas tendas de organizações, como a do Instituto Kindala, liderado pela médica Mariana Sochaczewski.

Estruturado a partir de ações em diferentes regiões, o Kindala trabalhou de forma diferente neste feriado. Ao contrário das incursões tradicionais do projeto, em que as secretarias de saúde de cada município são consultadas previamente, para que se saiba quais são as maiores demandas da população, a ação na catedral teve que se adaptar ao dia.

“Fizemos uma programação tanto de medicação quanto de material para usar. A gente trouxe um pouco de tudo pra atender e receber esse público que tanto precisa e busca esse atendimento”, explicou Mariana. 

Mais de duas mil pessoas puderam tirar novas vias de documentos, se candidatar a vagas de emprego, fazer inscrição para cursos de capacitação e estar em dia com sua saúde. Para isso, foram montadas diversas tendas de organizações, como a do Instituto Kindala, liderado pela médica Mariana Sochaczewski.
 A ação levou prestação de serviço social e alcançou público mais de duas mil pessoas | Foto: Felipe Azanha/SuperFinanças

Além do Brasil, o Instituto Kindala já atravessou fronteiras, e hoje realiza ações na Angola uma vez por ano. A médica justifica a escolha de atuação internacional pela falta de um sistema público de saúde estruturado no país africano tal qual o Sistema Único de Saúde (SUS) age no Brasil.

“O SUS pode não conseguir atender todo mundo, mas a vacina vai chegar lá no interior com o barquinho dela e ela vai vacinar as crianças. Em Angola é um outro tipo de trabalho que a gente faz, bem inicial”.

Para a médica, exercer sua profissão e levar o instituto que comanda à celebração dos 95 anos do Cristo Redentor foi desafiador. “Como carioca da gema, fiquei muito honrada. É um atendimento diferente do que a gente está acostumado a fazer. É a primeira vez que a gente atende num centro urbano, normalmente os atendimentos são em áreas remotas, em áreas rurais. Então a gente teve que desenhar toda a ação. E é uma ação que eu particularmente gosto muito. Eu e os voluntários saímos preenchidos.”

Sobre o autor Felipe Azanha

Estudante de Jornalismo da ECO/UFRJ e apaixonado pelo ofício desde os 6 anos de idade. Já cobriu shows e festivais para veículos como Toca Uol. No Superfinanças, é repórter de vídeo e roteirista.

Newsletter

As principais notícias de finanças no seu e-mail

Análises de mercado, economia e negócios. Sem spam, cancele quando quiser.

Publicidade