Com o aumento das temperaturas globais e as mudanças ambientais afetando todos os países, as cidades ao redor do mundo enfrentam novos desafios em seus planos para um futuro sustentável.
No entanto, algumas localidades adotaram medidas significativas para implementar soluções inovadoras, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida a longo prazo e servir de exemplo para outras regiões.

Para acompanhar o progresso dessas iniciativas, o Instituto Internacional para o Desenvolvimento de Gestão (IMD na singla em inglês) publica anualmente um ranking das cidades mais inteligentes do planeta. Esse índice avalia o poder econômico e tecnológico de cada cidade, além de como esses fatores contribuem para a qualidade de vida e ajudam a resolver os desafios sociais.
Na sua quinta edição, o Índice de Cidades Inteligentes 2024 reuniu dados de moradores de 142 cidades, a fim de entender suas opiniões sobre saúde, segurança, mobilidade, atividades, oportunidades e governança local.
Segundo o Índice, as 10 cidades mais inteligentes do mundo em 2024 são:
- Zurique (Suíça)
- Oslo (Noruega)
- Camberra (Austrália)
- Genebra (Suíça)
- Singapura
- Copenhague (Dinamarca)
- Lausanne (Suíça)
- Londres (Reino Unido)
- Helsinque (Finlândia)
- Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos)
Nenhuma cidade da América ou da África está entre as 20 melhores definições deste ano. Com exceção de três, todas as cidades estão localizadas na Europa ou no leste asiático.
A América Latina está bem distante dos primeiros lugares, com a cidade mais bem posicionada sendo Santiago, capital do Chile, que ocupa a 117ª posição.
Dentre as 142 cidades evidenciadas, o IMD incluiu três capitais brasileiras: Brasília (130ª), São Paulo (132ª) e Rio de Janeiro (139ª).
Para entender melhor os aspectos que tornam essas cidades “inteligentes”, entrevistamos moradores de cinco das mais bem definidas para saber quais características têm maior impacto em suas vidas.


