O mundo está envelhecendo. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2050 o número de pessoas com mais de 60 anos deve chegar a 2,1 bilhões, o dobro do registrado em 2020. No Brasil, o IBGE aponta que, em 2030, o número de idosos vai superar o de crianças e adolescentes com até 14 anos. Esse cenário já está obrigando governos, urbanistas e empresas a repensar como as cidades funcionam.
Em resposta a esse fenômeno, algumas cidades do mundo têm adotado políticas e soluções urbanas voltadas à longevidade. São iniciativas que visam não apenas a acessibilidade, mas a criação de ambientes que promovam o bem-estar, a autonomia e a inclusão social das pessoas com 60 anos ou mais.
O conceito de “cidades amigas do idoso”, promovido pela OMS desde 2007, tem ganhado força e se transformado em prática. A ideia é que cidades bem planejadas para idosos são, na verdade, melhores para todas as faixas etárias.
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