Além dela, outras 11 pessoas são acusadas de participar do esquema de golpe
Samira Monti Bacha, uma empresária de 40 anos, foi presa na última quarta-feira, 26 de junho, na cidade de Nova Lima, em Minas Gerais, acusada de aplicar golpes em empresas, causando prejuízos de R$ 35 milhões. Além da socialite, outras 11 pessoas também foram detidas sob suspeita de participação no esquema, incluindo seu pai e sua mãe.

Segundo informações da Polícia Civil, que realizou uma operação chamada Dubai para desmantelar a quadrilha, os golpes vinham sendo aplicados desde 2020. A primeira vítima foi uma empresa onde era sócia e trabalhava desde 2018.
A empresa oferecia cartões para alimentação dos funcionários e, ao consumir, Samira apagava o saldo gasto do sistema. No fim, os estabelecimentos arcavam com os prejuízos deixados por Samira, que repassavam as cobranças para a empresa, resultando em sua falência.
Antes de ser descoberta, ela se desligou do emprego e foi trabalhar em outra empresa, da qual também era sócia, que oferecia cartões de benefícios a médicos.
Os valores eram bem mais altos que no trabalho anterior, e ela repetiu o esquema, gastando o próprio saldo e apagando do sistema. No total, foram gastos mais de R$ 500 mil.


