Economia crescente e projeções para o futuro
A economia gerada pelo Pix tem crescido ano após ano. No primeiro semestre de 2021, o valor economizado foi de R$ 4,9 bilhões. Em 2024, esse número saltou para R$ 15,3 bilhões no mesmo período. Agora, em 2025, o total já é quase quatro vezes maior que o registrado quatro anos atrás. Se o ritmo de adesão continuar, a projeção é de que o Pix gere uma economia anual de até R$ 40,1 bilhões até 2030.
Esse cálculo considera dois fatores principais: a substituição de TEDs, que costumam ter tarifas elevadas, e o aumento dos pagamentos de pessoas físicas para empresas usando a ferramenta em vez de cartões de débito, que também geram taxas para os lojistas. A diferença entre o que seria gasto com esses meios tradicionais e o que foi efetivamente pago com o Pix representa a economia real gerada pela ferramenta.
Além disso, o estudo aponta que novas funcionalidades, como o Pix Garantido e o Pix Parcelado, ainda não incluídas na análise, devem ampliar ainda mais esse impacto financeiro nos próximos anos. Essas inovações prometem facilitar compras parceladas e garantir pagamentos futuros, aumentando a utilidade do sistema para consumidores e empresas.


