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Furto de energia no Brasil custou R$10,3 bilhões em 2024

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Ações de combate e novas tecnologias

Para reduzir o impacto das perdas não técnicas, distribuidoras de energia vêm investindo em tecnologia de monitoramento e inteligência artificial. O objetivo é identificar padrões de consumo irregulares e coibir ligações clandestinas com maior precisão.

Entre as medidas adotadas estão também a instalação de equipamentos mais resistentes a fraudes e o desenvolvimento de campanhas de conscientização. A Campanha Nacional de Segurança da Abradee, por exemplo, busca alertar a população sobre os riscos à vida e os prejuízos coletivos das ligações ilegais.

Ainda assim, especialistas destacam que o combate ao furto de energia exige políticas públicas integradas e fiscalização constante, já que a prática está ligada a questões sociais, como desigualdade e falta de acesso regular a serviços básicos.

Desafios para o futuro do setor elétrico

Os dados da Aneel reforçam que o furto de energia continua sendo um dos maiores desafios do setor elétrico brasileiro. O problema impacta a sustentabilidade financeira das distribuidoras, eleva os custos para os consumidores regulares e representa riscos permanentes à segurança da população.

Combinado ao crescimento da demanda por energia e à necessidade de transição para fontes mais sustentáveis, o combate às perdas não técnicas permanece no centro do debate regulatório e de infraestrutura no Brasil.

Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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