Pense comigo: se você quer investir ou apoiar iniciativas que se propõem a solucionar problemas urgentes, como a crise climática, a desigualdade social ou os desafios da educação, por onde começaria?
Talvez você responda: “pesquisando na mídia e nas redes sociais”. Mas aí vem o problema: boa parte do noticiário e dos algoritmos ainda operam sob a lógica do caos. Tragédia gera clique. E histórias que transformam o mundo — mesmo que em silêncio — raramente viram manchete.



