Um querido amigo, super engajado na pauta socioambiental e sustentável, está surtando. E, pior, levando sua mulher à loucura também. Ele já começa o dia lendo as notícias gerais, que só trazem o pior do mundo. A partir daí, antes mesmo de se levantar da cama, é só revolta.
É verdade que estamos vivendo tempos de urgência climática, de desarticulação e polarização política, de desigualdade social e de outros vários desafios estruturais que já existiam, mas que ganharam ainda mais força nesta transição de Era.
Mas, é verdade também que, neste mesmo instante, existe um mundo de soluções sendo criadas nos desafios sociais e ambientais, não só do ponto de vista da disrupção tecnológica, mas também de modelos de mundo no qual a economia ganha novos conceitos com foco no impacto positivo.
E aí entra o que muita gente chama de “outra economia” – modelos econômicos que não só buscam crescer e gerar lucro, mas também equilibrar isso com justiça social, preservação ambiental e qualidade de vida. Parece utopia? Talvez, mas muitas dessas ideias estão ganhando força e mostrando que é possível fazer diferente.


