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Igualdade para mulheres pode injetar US$ 28 trilhões na economia mundial

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Desafios na participação feminina no mercado de trabalho

Apesar de avanços, a participação feminina no mercado de trabalho apresentou uma queda global, passando de 0,27% em 2000 para 0,24% em 2010. Entre os principais fatores que contribuem para essa lacuna estão a falta de oportunidades, a escassez de creches e a inflexibilidade no ambiente de trabalho. Além disso, mulheres ainda dedicam uma parcela significativa de tempo a tarefas domésticas não remuneradas.

A desigualdade salarial também persiste. O estudo do UBS mostra que mulheres ganham, em média, apenas 80 centavos para cada dólar recebido por um homem. Além disso, a chamada “penalidade da maternidade” é um fator determinante nessa diferença.

Na Dinamarca, pesquisas indicam que mulheres têm uma redução de 20% nos salários após a primeira gestação. Nos Estados Unidos, em 2022, mulheres de 45 a 54 anos ganhavam, em média, 84% do que os homens da mesma faixa etária.

No Japão, a queda salarial das mulheres é atribuída ao afastamento profissional durante a licença-maternidade, o que impacta suas oportunidades de promoção e crescimento na carreira.

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Sobre o autor Thaline Silva

Natural de Belém do Pará, formada em Geografia pela UFPA, graduanda em Jornalismo pela Estácio e roteirista com pós-graduação em Cinema

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