Um estudo recente da PricewaterhouseCoopers (PwC) oferece uma visão no mínimo intrigante sobre a economia global nos próximos 25 anos.
De acordo com o relatório “Visão de longo prazo: como a ordem econômica global mudará até 2050?”, espera-se que seis dos dez maiores PIBs do mundo sejam oriundos de mercados emergentes. Esta mudança substancial destaca a urgência de investimentos socioambientais, em infraestrutura e melhorias institucionais para que essas economias possam prosperar.

Os mercados emergentes, atualmente vistos como “países em desenvolvimento”, têm o potencial de crescer a uma taxa duas vezes superior à das economias avançadas, caso sejam realizados os investimentos necessários. Este crescimento não é apenas uma questão de aumento numérico, mas envolve a transformação estrutural que pode impulsionar a qualidade de vida das populações.
A análise utiliza o Produto Interno Bruto (PIB) ajustado pela paridade do poder de compra (PPP) como critério de avaliação. A PPP é uma ferramenta essencial que permite comparar economias de diferentes países, levando em consideração o custo de vida e a inflação. Isso não só torna as economias emergentes mais competitivas em relação às economias avançadas, mas também destaca a importância de um crescimento sustentável.


