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A bioeconomia da beleza: o Brasil no centro da inovação sustentável global

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O Brasil aprendeu a transformar a diversidade em competência. Está entre os países que melhor compreendem esse movimento — em que estética, ciência e sustentabilidade formam uma das cadeias mais dinâmicas da economia contemporânea.

O mercado global de beleza deve alcançar US$ 590 bilhões até 2030, crescendo em torno de 5% ao ano, segundo a McKinsey, empresa de consultoria de gestão estratégica. E o Brasil ocupa um lugar de destaque: figura entre os dez maiores mercados do mundo, produzindo cosméticos, fragrâncias e produtos de higiene que unem tecnologia, bioinovação e propósito ambiental.

Mais do que um setor voltado à aparência, a beleza se consolidou como um ecossistema econômico — feito de pesquisa, empregos, exportações e reputação
O país se destaca no cenário mundial ao unir biodiversidade, tecnologia e propósito em um setor que movimenta bilhões e reflete o poder da sustentabilidade brasileira | Foto: Reprodução/Canva

Mais do que um setor voltado à aparência, a beleza se consolidou como um ecossistema econômico — feito de pesquisa, empregos, exportações e reputação. Em um ano em que sustentabilidade e bioeconomia ganham protagonismo nas discussões que antecedem a COP30, o segmento brasileiro mostra que é possível aliar ciência, natureza e impacto social em um mesmo frasco.

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Sobre o autor Giovanna Jardim

Consultora em comunicação estratégica com 28 anos de experiência nos setores público e privado. Atua com reputação institucional, sustentabilidade e relações internacionais, tendo participado de cases premiados nos prêmios Aberje e Jatobá.

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