Novos reajustes
O Comitê prevê um aumento de um ponto nas próximas duas reuniões, em janeiro e março de 2025.
“O tamanho total do ciclo de aperto monetário será determinado pelo compromisso firme de reduzir a inflação para a meta e dependerá da evolução das dinâmicas inflacionárias, especialmente dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, afirmou o Banco Central em comunicado.
De acordo com o colegiado, o cenário piorou desde a última reunião, em novembro, com mais fatores apontando para um aumento da inflação do que para sua queda.
Como elementos que podem pressionar a inflação para cima, o BC destacou a desancoragem das expectativas, a maior resistência da inflação de serviços e a combinação de políticas econômicas interna e externa que possam gerar impacto inflacionário.
Por outro lado, o Copom indicou que fatores que poderiam reduzir a inflação incluem uma desaceleração mais acentuada da atividade econômica global do que o esperado e o impacto mais forte do aperto monetário sobre a desinflação global do que o inicialmente projetado.


