De onde vem o dinheiro?
Do total de R$ 112,9 bilhões, a maior parte, R$ 79,8 bilhões, virá do governo. Esse valor inclui recursos do PAC Defesa, um programa que financia projetos como:
- A caça Gripen, usada pela Força Aérea Brasileira;
- O avião cargueiro KC-390, desenvolvido no Brasil;
- Viaturas blindadas, que reforçam a segurança das tropas;
- Fragatas e submarinos, que ajudam na proteção da costa brasileira.
Além disso, a iniciativa privada, ou seja, empresas do setor de defesa e tecnologia, também vão investir R$ 33,1 bilhões. Esse valor será dividido da seguinte forma:
- R$ 23,7 bilhões para a área aeroespacial e de defesa;
- R$ 8,6 bilhões para o setor nuclear;
- R$ 787 milhões para projetos de segurança e outras áreas.
Outro investimento importante será feito pela Finep, uma instituição que financia pesquisas tecnológicas. Um dos projetos apoiados é o reator multipropósito brasileiro, que pode ser usado para gerar energia e produzir remédios. Também há investimentos no desenvolvimento de foguetes para veículos hipersônicos, que são capazes de atingir velocidades altíssimas.


