Crédito para máquinas mais modernas
Do total anunciado, R$ 10 bilhões virão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros R$ 2 bilhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Esses recursos não serão entregues como doação, mas oferecidos às empresas na forma de crédito com condições mais vantajosas do que as encontradas no mercado.
Já o presidente do BNDES, Aloísio Mercadante, destacou que os empréstimos terão juros de 7,5% ao ano, além de prazo mais longo para pagamento e carência, ou seja, tempo extra antes de começar a quitar a dívida. Para ele, essa taxa é competitiva em qualquer economia do mundo e representa um grande estímulo para que empresários invistam em novas tecnologias.
Geraldo Alckmin lembrou que, hoje, as empresas podem levar até 15 anos para renovar seus equipamentos, mas a ideia é que essa troca passe a acontecer em menos tempo, a cada dois anos. Assim, será possível ampliar a produtividade, reduzir custos e melhorar a eficiência energética. O ministro reforçou que o objetivo do programa é permitir que os produtos fabricados no Brasil tenham mais qualidade e preço menor, tanto para consumo interno quanto para exportação.


