O Brasil entrou em estado de atenção após novos alertas de órgãos meteorológicos nacionais e internacionais sobre a possível formação de um El Niño de forte intensidade no segundo semestre de 2026. As projeções mais recentes indicam que o fenômeno climático pode provocar ondas de calor extremas e estiagens prolongadas, gerando impactos diretos na economia brasileira, principalmente no agronegócio, no mercado de energia e na inflação de alimentos.
Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a chance de configuração do El Niño ultrapassa 80% entre agosto e dezembro deste ano, podendo se estender até o início de 2027. O fenômeno ocorre quando as águas do Oceano Pacífico Equatorial ficam acima da temperatura média, alterando a circulação atmosférica global.
Especialistas alertam que o evento pode atingir o patamar de “super El Niño”, com águas até 2°C acima da média histórica. Para o mercado financeiro, o alerta acende a luz amarela para o risco fiscal e a volatilidade das commodities.



