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Alimentos podem ficar mais caros no Brasil por Guerra no Oriente Médio e risco de El Niño

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Feijão, arroz e hortaliças lideram aumentos

Os dados mais recentes mostram que os alimentos já vêm registrando alta em 2026. O Abrasmercado, indicador que acompanha os preços de 35 produtos de consumo básico, apontou aumento de 2,16% em maio. Com isso, o valor médio da cesta passou para R$ 854,91.

No acumulado do ano, a elevação chega a 6,82%. Entre os itens que mais ficaram caros está o feijão, que subiu 6,44% apenas em maio e acumula alta de 41,09% desde janeiro. Também registraram aumento o arroz, com avanço de 2,16% no mês, e o leite longa vida, que teve alta de 0,77%.

No setor de frutas, legumes e verduras, os reajustes foram ainda maiores. A batata ficou 44,69% mais cara em maio, enquanto o tomate subiu 20,62% e a cebola, 16,80%. No acumulado do ano, esses produtos apresentam aumentos de 75,84%, 86,17% e 48,88%, respectivamente.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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