Impacto Financeiro da Copa do Mundo Feminina no Brasil
A transição de espectador em 2026 para anfitrião em 2027 coloca o país na liderança do mercado de turismo esportivo na América do Sul.
O evento será realizado entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, reunindo 32 seleções e 64 partidas distribuídas por oito cidades brasileiras. A marca de um ano para o início do torneio simboliza o início da fase final de preparação das sedes, entre elas Brasília, que receberá partidas da competição no Estádio Nacional Mané Garrincha.
A expectativa do mercado financeiro e de negócios é que o torneio siga a linha de crescimento de edições anteriores, como a de 2023 na Austrália e Nova Zelândia, que gerou mais de US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 6,77 bilhões) em receitas globais e impulsionou fortemente o comércio interno dos países organizadores.
Os principais setores beneficiados incluem:
- Hotelaria e hospedagem: Expectativa de alta ocupação no setor hoteleiro do país durante todas as fases da competição.
- Serviços e alimentação: Bares, restaurantes, transportes e comércio de rua devem registrar picos de faturamento devido ao fluxo de turistas nacionais e estrangeiros.
- Geração de empregos: Abertura de vagas de trabalho temporárias e oportunidades para prestadores de serviços em logística, segurança e eventos.


