O que aconteceu?
Na quarta-feira, a CrowdStrike divulgou um relatório detalhando os resultados iniciais da investigação sobre o incidente. A falha envolveu um arquivo que ajuda a plataforma de segurança da empresa a procurar sinais de invasões em dispositivos dos clientes. Normalmente, as atualizações são testadas antes de serem distribuídas, mas em 19 de julho, um erro no sistema de testes permitiu que a atualização fosse lançada com “dados problemáticos”.
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A atualização defeituosa foi publicada após a meia-noite e revertida uma hora e meia depois. Porém, milhões de computadores já tinham baixado a atualização, causando travamentos em dispositivos, Windows, mas não em máquinas Mac ou Linux.
Quais foram os pontos mais afetados?
A falha afetou principalmente organizações na Europa e na Ásia, que tiveram mais dias de trabalho interrompidos. Quando os dispositivos tentaram acessar o arquivo defeituoso, isso causou uma “leitura de memória fora dos limites”, resultando em falhas no sistema operacional Windows. Cerca de 8,5 milhões de dispositivos precisarão ser corrigidos manualmente.
A CrowdStrike prometeu melhorar seu sistema de validação para evitar futuros problemas e adotar uma abordagem escalonada para lançar atualizações. A empresa planeja também dar mais controle aos clientes sobre quando as atualizações são instaladas.


