O Brasil, durante sua presidência do Brics em 2025, não vai sugerir a criação de uma moeda única para o grupo, mas pretende conectar os sistemas de pagamento dos países membros. Isso significa facilitar as transações entre os países, incentivando o comércio, atraindo investimentos e usando mais as moedas locais, sem depender tanto do dólar, de acordo com fontes em conversa com a Reuters.

O presidente Lula acredita que é importante discutir maneiras de negociar sem depender apenas do dólar. O plano é usar novas tecnologias, como o blockchain — um tipo de banco de dados digital seguro e transparente que registra todas as transações de forma permanente —, para baratear e agilizar essas operações.
Essa iniciativa não busca causar conflitos, especialmente com os Estados Unidos, liderados por Donald Trump, mas sim oferecer mais alternativas para os países. O Brasil, que já teve sucesso com o Pix, quer expandir seu Sistema de Pagamentos em Moeda Local (SML) para tornar as transferências internacionais mais rápidas, seguras e baratas.


