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MEI e PJ: como calcular reajuste de preços para 2026

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Com a virada do ano, microempreendedores individuais (MEI) e prestadores de serviços que atuam como pessoa jurídica voltam a enfrentar uma decisão recorrente: se e quanto reajustar os preços em 2026. O tema ganha relevância em um cenário de inflação acumulada, custos operacionais pressionados e necessidade de manter a renda real do negócio.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, utilizado como referência oficial de inflação, acumulou variação superior a 4% em 2025. Isso significa que um serviço cobrado por R$ 1.000 no início do ano passou a ter um custo real maior para ser executado, mesmo que o preço final não tenha sido alterado.

Para MEIs e PJs, não reajustar pode representar perda de poder de compra e dificuldade para cobrir despesas básicas do negócio, como aluguel, internet, energia elétrica e insumos.

Leia também: Dívidas de fim de ano: como renegociar e aliviar 2026

Pressões econômicas, insegurança jurídica e desafios de desempenho mudaram a agenda da remuneração em 2025, segundo análises do mercado de RH | Foto: Reprodução/Canva

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O reajuste de preços não deve ser visto como ação isolada, mas como parte do planejamento financeiro anual | Foto: Reprodução/Canva

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Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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