Nem o avanço do emprego, nem o aumento da renda registrados em 2025 foram suficientes para aliviar a situação financeira de muitas famílias brasileiras. Dados oficiais e análises de especialistas indicam que o brasileiro deve entrar em 2026 com alto nível de endividamento, inadimplência crescente e maior comprometimento da renda com o pagamento de dívidas.
De acordo com informações do Banco Central do Brasil (BC), ao final de 2025, o endividamento das pessoas físicas chegou a 49,77% da renda acumulada nos últimos 12 meses. No início do ano, esse percentual era de 48,63%, o que representa um aumento de 1,14 ponto percentual no período. Em termos práticos, isso significa que quase metade da renda anual das famílias está comprometida com dívidas.
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