A decisão da Austrália de restringir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais reacendeu um debate global sobre saúde mental, educação e responsabilidade das plataformas digitais. A medida, que já inspira propostas na União Europeia (UE) e no Brasil, levanta dúvidas importantes para pais, professores e famílias de renda média e baixa sobre como equilibrar tecnologia, segurança e inclusão digital.
Para o público que depende do celular como ferramenta de trabalho, estudo e entretenimento, a discussão vai além da regulação: envolve acesso à informação, custo de educação, impacto na rotina familiar e novas responsabilidades dentro de casa.
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