Um levantamento feito pela FGV Ibre (instituto de pesquisa da Fundação Getulio Vargas) que cobre cerca de 97% da população global mostrou que trabalhadores ao redor do mundo dedicaram, em média, 42,7 horas semanais ao trabalho remunerado. O estudo foi analisado pelo economista Daniel Duque com base no banco de dados internacional organizado por Amory Gethin e Emmanuel Saez, disponível desde novembro de 2025.
No mesmo período, os brasileiros registraram 40,1 horas semanais de trabalho, número próximo da média mundial, o que reacendeu o debate sobre jornada, produtividade e qualidade de vida no país.
Os dados encontrados no banco mostram que a quantidade de horas trabalhadas está relacionada a fatores como renda per capita, carga tributária, transferências sociais e perfil demográfico de cada país. Ou seja, trabalhar mais horas não significa, necessariamente, ganhar mais ou ter maior produtividade.
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