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Rock in Rio vira vitrine para marcas com 90 empresas e 400 produtos licenciados

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O Rock in Rio 2026 vai muito além dos palcos. Durante os sete dias de festival, mais de 90 marcas estarão envolvidas em ações na Cidade do Rock, com cerca de 8 mil horas de experiências, mais de 100 ativações e aproximadamente 1 milhão de brindes distribuídos ao público.

Para as empresas, o festival é uma oportunidade de colocar produtos, serviços e campanhas diante de milhares de consumidores em um dos maiores eventos de música do país. Para quem vai ao Rock in Rio, essa estratégia aparece em experiências dentro do festival, brindes e até produtos especiais que chegam às lojas.

Rock in Rio vira vitrine para marcas com 90 empresas e 400 produtos licenciados
A edição de 2026 terá ainda cerca de 400 produtos licenciados, desenvolvidos por empresas que associaram suas marcas à identidade do festival | Foto: Reprodução / Divulgação / Rock in Rio

São roupas, acessórios, colecionáveis, embalagens especiais e produtos para diferentes momentos do dia a dia.

Marcas criam experiências para o público

A presença das marcas aparece em diferentes formatos. Ao longo do festival, o público poderá encontrar ações com brindes como mini câmeras, bolsas, pins, leques, pochetes, caixas de som, chapéus, luminárias de fotografia, nécessaires e corta-ventos.

Essas ações são chamadas de ativações de marca, nome dado às experiências criadas por uma empresa para interagir diretamente com o público. Em vez de apenas colocar uma propaganda no local, a marca cria uma atividade, oferece um produto ou participa da experiência do visitante.

Entre as empresas que desenvolveram produtos para a edição deste ano estão C&A, Key Design, Chilli Beans, Gocase, Pierim e Kouda, que prepararam coleções oficiais do Rock in Rio.

Festival também chega às lojas

A parceria entre o festival e as empresas não fica restrita à Cidade do Rock. A identidade do Rock in Rio 2026 também aparece em produtos vendidos no mercado, com versões especiais de marcas como Coca-Cola, Heineken, Piracanjuba, KITKAT e Trident.

São produtos e embalagens criados especialmente para aproveitar a identidade do festival, fazendo com que a marca do Rock in Rio apareça também antes e depois dos dias de shows.

A estratégia amplia o contato com o público porque permite que o consumidor encontre a parceria fora do evento, em produtos que fazem parte da rotina.

O que são produtos licenciados?

Os produtos licenciados são itens produzidos por empresas autorizadas a usar oficialmente a marca e a identidade do Rock in Rio. Nesse caso, a marca do festival aparece em produtos desenvolvidos especialmente para a edição, como camisetas, jaquetas, mochilas, bolsas, óculos, garrafas e objetos colecionáveis.

A coleção de 2026 também terá produtos oficiais vendidos diretamente nas lojas espalhadas pela Cidade do Rock. Entre eles estão bonés, chaveiros, cangas, lenços e as tradicionais camisetas “Eu Fui”, exclusivas das lojas físicas do festival.

Por que as empresas querem estar no Rock in Rio?

A quantidade de marcas envolvidas mostra como o festival também funciona como um espaço de negócios. Além de associar sua imagem a um dos maiores eventos de música do país, as empresas conseguem criar uma relação direta com o público por meio de experiências, produtos e brindes.

Essa presença pode acontecer de diferentes maneiras. Uma marca de alimentação, por exemplo, pode aparecer em um produto especial. Uma empresa de tecnologia pode criar uma experiência para os visitantes. Já uma companhia de moda pode lançar uma coleção inspirada no festival.

O resultado é uma presença que acompanha o consumidor em diferentes momentos: na expectativa pela chegada do evento, durante a passagem pela Cidade do Rock e até depois do fim dos shows.

Cerca de 400 produtos levam o Rock in Rio para fora do festival

A estratégia de licenciamento amplia ainda mais esse alcance. Em 2026, são cerca de 400 produtos oficiais ou licenciados, divididos entre moda, acessórios, itens colecionáveis e produtos de consumo.

Para os fãs, isso cria diferentes maneiras de levar um pouco da experiência do festival para casa. Para as empresas, representa uma forma de colocar a identidade do evento em contato com consumidores que não necessariamente estarão na Cidade do Rock.

Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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