O Rock in Rio 2026 começa nesta sexta-feira, 4 de setembro, com expectativa de movimentar R$ 3,3 bilhões na economia do Rio de Janeiro e gerar 33,9 mil empregos, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV). A previsão é de que mais de 100 mil pessoas por dia passem pela Cidade do Rock, no Parque Olímpico, durante os sete dias de festival. O faturamento estimado representa um crescimento de 14% em relação à edição de 2024, que gerou impacto econômico de R$ 2,9 bilhões na cidade.
Além dos shows, a movimentação envolve setores como transporte, alimentação, hospedagem, comércio e serviços, que recebem a demanda provocada pelo festival. Para o público, a edição deste ano terá mudanças nos pagamentos, venda antecipada de alimentos e bebidas pelo aplicativo, operação especial de transporte e regras específicas sobre o que pode entrar na Cidade do Rock.

Entre as atrações do festival estão Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Stray Kids, Maroon 5 e Twenty One Pilots, além de nomes brasileiros como Gilberto Gil, Ivete Sangalo, Luísa Sonza, Alok e Belo.
Segundo estimativa da FGV o festival deve gerar 33,9 mil empregos, considerando 22,8 mil postos diretos e 11,1 mil indiretos, envolvendo profissionais necessários para a realização do evento e para atender à demanda gerada pelos visitantes.
Em 2024, a edição realizada no Rio de Janeiro produziu um impacto econômico estimado em R$ 2,9 bilhões. Para 2026, a expectativa é superar esse resultado, com um crescimento de 14% no faturamento.


