Nova Zelândia e Emirados Árabes sobem no ranking
A Nova Zelândia ocupa a sexta posição, repetindo o desempenho do ano anterior. A BHTP destaca bons resultados em saúde e transporte, além de baixa criminalidade. A reportagem também cita recomendações específicas para áreas remotas, como regiões glaciais, onde guias especializados são recomendados.
Os Emirados Árabes Unidos aparecem em sétimo lugar, uma ascensão importante em relação à posição 18 do ano anterior. A forte aplicação de códigos de conduta e regras rígidas contribui para a sensação de segurança. O relatório alerta para restrições de vestimenta, comportamento e itens proibidos, como cigarros eletrônicos e produtos com CBD, mesmo quando usados para fins medicinais.
Japão, Suíça e Irlanda fecham o top 10
O Japão mantém o nono lugar, reforçando sua reputação de país com baixas taxas de crime violento e transporte eficiente. O país também possui restrições específicas para alguns medicamentos, como Adderall, o que exige preparação prévia dos viajantes.
A Suíça aparece em oitavo lugar, e a Irlanda completa o top 10. Ambos os destinos têm pontuações altas em saúde, transporte e estabilidade geral, segundo o relatório.
Tendências observadas para 2026
A pesquisa da BHTP mostra que a definição de segurança está se ampliando. Além de criminalidade e terrorismo, cresce o peso da chamada segurança inclusiva. Esse critério avalia como diferentes grupos sociais se sentem ao visitar um país. Países como Países Baixos, Canadá e Austrália se destacam nessa métrica, o que ajuda a explicar sua presença entre os primeiros colocados do ranking geral.
O acesso à saúde também ganha relevância. Austrália, Nova Zelândia, Bélgica, Irlanda e outros países europeus aparecem bem posicionados devido aos seus sistemas de atendimento e infraestrutura hospitalar. O relatório indica que informação e planejamento continuam sendo fatores essenciais para viajantes.


