Carteiras digitais para todas as gerações
De modo geral, todas as gerações a possuem de maneira semelhante e apresentam baixa rejeição às carteiras virtuais. A geração Z e os Baby Boomers se assemelham quanto ao uso da ferramenta, que representa 56% de cada uma; enquanto 60% da geração Y utilizam, sendo a que tem mais preferência por esse recurso; já 54% da geração X utilizam carteiras digitais e pretendem continuar utilizando.
Fernando Lamounier, educador financeiro e diretor da Multimarcas Consórcios, afirma que a adesão por meios digitais pela população atinge todas as pessoas devido à facilidade que o processo oferece ao usuário: “O resultado é um reflexo da digitalização e modernização dos serviços financeiros que atinge todas as gerações. Muitos estão optando pelos aplicativos por causa da agilidade, segurança e sustentabilidade”.
Nubank, Inter, C6, Original são exemplos do tipo de bancos digitais nos quais a população acredita que as finanças no futuro estarão concentradas, representando 62% dos brasileiros. Dentro de cada geração, 69% da geração Z apresenta preferência por bancos digitais; 65% da geração Y prefere esse tipo de instituição; 54% da geração X; e 46% dos Baby Boomers são adeptos a esses bancos, mostrando que as gerações mais experientes também estão se adaptando a novas tecnologias.
Quanto às instituições físicas, como Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Santander, Caixa Econômica, entre outras, as gerações Z e Y são as que menos pretendem concentrar suas finanças no futuro, com 19% e 25% respectivamente. Enquanto a geração X e Baby Boomers são as que mais pretendem fazer uso desses bancos, com 54% e 46%. “Existe uma tendência a adotar o uso das carteiras digitais e, além disso, uma preferência pelas instituições financeiras digitais”, afirma Edmar Bulla.


