Por onde começar?
O primeiro passo é ter clareza sobre a sua situação financeira. Antes de investir, é essencial fazer um diagnóstico: quais são seus ganhos, gastos fixos e variáveis, e quanto sobra todo mês? Essa organização permite que você saiba exatamente quanto pode destinar para aplicações, sem comprometer seu orçamento.
Com isso feito, é hora de montar uma reserva de emergência. Esse fundo deve ter liquidez — ou seja, permitir resgates rápidos — e rendimento acima da poupança. Um bom exemplo são os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com liquidez diária ou fundos de renda fixa com taxas de administração baixas.
Hoje, por exemplo, há CDBs que rendem 100% do CDI, ou cerca de 10,65% ao ano. Isso significa que, investindo R$ 100, o retorno seria de aproximadamente R$ 10,65 ao final de 12 meses, já descontado o Imposto de Renda. Pode parecer pouco, mas o poder dos juros compostos faz toda a diferença ao longo do tempo.
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