Dolly Parton, uma das artistas mais conhecidas da música country, morreu nesta terça-feira, 25 de agosto, aos 80 anos. Ao longo de mais de seis décadas de carreira, a cantora e atriz construiu uma trajetória marcada por sucessos na música, no cinema e na televisão, além de receber 55 indicações ao Grammy e conquistar 10 vitórias.

Por meio da Imagination Library (Biblioteca imaginária, em Português), organização criada por ela em 1995, mais de 200 milhões de livros já foram distribuídos gratuitamente para crianças.
Com a morte da artista, o destino da fortuna construída durante décadas também passa a chamar atenção. Dolly não teve filhos e, segundo a revista Hello!, seus 19 sobrinhos estão entre os herdeiros mais prováveis de seu patrimônio. A possibilidade, porém, ainda não pode ser tratada como confirmação, porque o testamento da cantora não foi divulgado.
Além dos familiares, existe a expectativa de que parte dos bens seja destinada a instituições e projetos apoiados por Dolly ao longo da vida. A cantora ficou conhecida por suas doações e, segundo as estimativas apresentadas, teria destinado cerca de US$ 600 milhões, cerca de R$ 3,12 bilhões, a ações filantrópicas durante a carreira.


