No Brasil, menos de 20% da população tem algum tipo de planejamento sucessório estruturado, segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). A cultura do “depois a gente vê” ainda é muito presente, o que contribui para decisões urgentes e mal orientadas no momento da perda.
Além disso, segundo levantamento da Serasa (2025), mais de 72 milhões de brasileiros estão endividados. Parte disso poderia ser evitada com conversas sobre herança, partilha e responsabilidade financeira familiar.