Raquel Accioli – A investidora conservadora com visão de longo prazo
Raquel, uma mãe íntegra e cautelosa, representa o perfil de investidora conservadora. Ao receber a mala com dinheiro, priorizaria a segurança financeira da família, escolhendo uma carteira de investimentos sólida e previsível. A divisão do dinheiro entre diferentes tipos de ativos sugerida para ela seria:
- 70% em renda fixa pós-fixada (Tesouro Selic, CDBs): para liquidez (facilidade para resgatar o dinheiro) e estabilidade;
- 17,5% em renda fixa atrelada à inflação (Tesouro IPCA+): proteção contra a perda do poder de compra;
- 2,5% em renda fixa global: diversificação internacional com segurança;
- 5% em multimercados: fundos que investem em diferentes classes de ativos, com ganhos moderados e risco controlado;
- 2,5% em renda variável global: ações de empresas de fora do Brasil;
- 2,5% em fundos listados (como fundos imobiliários): ativos negociados na bolsa que proporcionam renda passiva (como aluguéis mensais).

A carteira visa uma rentabilidade esperada de CDI (um índice de referência da renda fixa no Brasil, hoje em 12%) + 1% ao ano. Ou seja, o total esperado seria de 13% ao ano.
Raquel aplicaria os recursos com cautela, buscando estabilidade e crescimento gradual, mesmo diante variações de preço e rendimento dos investimentos. Para ela, patrimônio se constrói com responsabilidade e visão de longo prazo.


