Quem são os 10 mais ricos de 2025
Confira o ranking e a variação do patrimônio em relação ao ano passado:
- Eduardo Saverin – R$ 227 bilhões (+45,5%) – Tecnologia (Facebook/Meta);
- Vicky Sarfati Safra e família – R$ 120,5 bilhões (+9,4%) – Finanças (Banco Safra);
- Jorge Paulo Lemann – R$ 88 bilhões (-4,2%) – Bebidas/Investimentos (AB Inbev/3G Capital);
- André Esteves – R$ 51 bilhões (+56%) – Finanças (BTG Pactual);
- Fernando Roberto Moreira Salles – R$ 40,2 bilhões (+4,5%) – Finanças/Mineração (Itaú/CBMM);
- Carlos Alberto Sicupira – R$ 39,1 bilhões (-20,8%) – Bebidas/Investimentos (AB Inbev/3G Capital);
- Pedro Moreira Salles – R$ 38 bilhões (+5,1%) – Finanças/Mineração (Itaú/CBMM);
- Miguel Krigsner – R$ 34,2 bilhões (+19,2%) – Cosméticos (O Boticário);
- Alexandre Behring – R$ 31 bilhões (-11,1%) – Investimentos (3G Capital);
- Jorge Moll Filho – R$ 30,4 bilhões (+119,1%) – Saúde (Rede D’Or).
O ranking também mostra como setores diferentes puxam a riqueza dos empresários. Saverin surfou a onda da tecnologia e da inteligência artificial; Vicky Safra manteve sua posição graças ao setor financeiro; Jorge Moll Filho, do grupo Rede D’Or, dobrou sua fortuna com a valorização da saúde privada.
A lista dos bilionários não serve apenas como curiosidade, mas também como um retrato da economia. O crescimento de fortunas ligadas a bancos e tecnologia mostra onde estão as maiores oportunidades de valorização. Ao mesmo tempo, quedas como a de Carlos Alberto Sicupira, ligada à crise da Americanas e a desafios da AB Inbev, lembram como grandes negócios também estão sujeitos a riscos.
Já a entrada de 31 novos bilionários reforça que ainda há espaço para o surgimento de novos nomes, especialmente em áreas inovadoras ou pouco exploradas. Mas a concentração de riqueza segue alta: 300 pessoas no Brasil acumulam juntas valores equivalentes a várias vezes o orçamento de setores inteiros do governo.


