O Pix, sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central (BC) em 2020, registrou uma movimentação de mais de R$ 22,9 trilhões apenas no primeiro semestre de 2024, segundo dados do próprio BC. Com tamanha popularidade, a ferramenta também passou a ser alvo de criminosos. Um dos métodos recentes que tem preocupado especialistas é o chamado “golpe do Pix errado”, que utiliza uma brecha de confiança dos usuários para desviar valores.



