[anhembi_header_banner]

Ansiedade financeira atinge 84% dos brasileiros, mostra estudo

Alta inadimplência e consumo comprometido

Os mais recentes indicadores divulgados pela Serasa mostram que o número de inadimplentes no país voltou a subir em 2025, após uma leve queda no fim de 2024. Segundo o “Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas”, em setembro cerca de 78,2 milhões de pessoas tinham dívidas em atraso, um recorde histórico.

O impacto desse endividamento é sentido no consumo. Com parcelas comprometendo parte significativa da renda, muitas famílias deixam de gastar com bens e serviços, o que leva a uma retração no mercado de consumo popular, justamente aquele que movimenta o comércio de bairro, o varejo popular e os serviços essenciais, afetando diretamente a classe C e D.

Particular vulnerabilidade das famílias de renda baixa

Para muitos brasileiros com renda modesta, o pagamento do salário ou de benefícios não é suficiente para cobrir todas as despesas. Em um contexto de alta inflação, custo elevado de vida e juros altos, essa fragilidade aumenta. Especialistas ouvidos pela mídia advertiram que quando a renda mensal está no limite, emergências, como doença, reparos ou desemprego, podem desorganizar o orçamento por meses.

Mesmo com consciência sobre finanças, a ausência de margem para poupar faz com que qualquer imprevisto reverbere com força, ampliando o risco de endividamento e sofrimento financeiro.

Sugestões para você

Atualize-se.
Receba Nossa Newsletter Semanal