Golpes mais comuns ligados a promoções e compras
Um dos mais frequentes é o da falsa central telefônica. O golpista entra em contato se passando por atendente de banco ou loja e afirma que houve uma compra suspeita. Para “cancelar” a operação, pede transferências, Pix ou outros dados. Nenhuma instituição séria solicita esse tipo de procedimento.
Outro golpe recorrente é o do WhatsApp clonado. O criminoso finge ser uma empresa, uma loja ou até um conhecido, pede um código de seis dígitos enviado por SMS e, com isso, assume o controle da conta. Depois, passa a pedir dinheiro aos contatos da vítima.
Há também o golpe do presente, comum em datas comemorativas. Um falso entregador cobra uma taxa inesperada no cartão ou pede uma foto para “confirmar” a entrega. Em alguns casos, o valor cobrado é muito maior do que o informado ou a imagem é usada de forma indevida.
Mais recentemente, surgiram alertas sobre o uso de deepfake, tecnologia que permite criar vídeos ou áudios falsos com aparência real. Embora ainda pouco comum no Brasil, já há registros desse tipo de golpe em outros países.


