A ascensão de Larry Page e Sergey Brin
Um dos movimentos mais relevantes do ranking foi o avanço de Larry Page, cofundador do Google. Seu patrimônio subiu US$ 30 bilhões em novembro, chegando a US$ 262 bilhões, que correspondem a R$ 1.388,6 bilhões. Isso marcou sua primeira vez na segunda posição do ranking global. A valorização de 14% das ações da Alphabet foi o principal fator, impulsionada pelo lançamento do modelo de inteligência artificial Gemini 3.
Sergey Brin, também cofundador do Google, teve aumento de US$ 27 bilhões, ou R$ 143,1 bilhões, alcançando US$ 242 bilhões, que representam R$ 1.282,6 bilhões. Ele passou a ocupar o quinto lugar da lista após o crescimento de seu patrimônio. Brin tem ampliado sua participação na estratégia de IA da empresa e doou US$ 1,1 bilhão em ações da Alphabet para sua ONG Catalyst4, valor equivalente a R$ 5,83 bilhões.
Fortunas afetadas pela mudança dos valores das ações de tecnologia
Enquanto Page e Brin subiram, outros bilionários perderam posições. Larry Ellison, da Oracle, foi o mais afetado. Sua fortuna recuou US$ 67 bilhões, ou R$ 355,1 bilhões, após queda de 23% nas ações da empresa, reduzindo seu patrimônio para US$ 253 bilhões, cerca de R$ 1.340,9 bilhões. Ele passou do segundo para o terceiro lugar.
Jensen Huang, fundador da Nvidia, perdeu US$ 22 bilhões, o equivalente a R$ 116,6 bilhões, mas manteve o oitavo lugar. As ações da Nvidia recuaram 13% após forte valorização ao longo de 2025.
Jeff Bezos, fundador da Amazon, registrou queda de US$ 10 bilhões, o que significa R$ 31,8 bilhões, e caiu para o quarto lugar, com patrimônio de US$ 245 bilhões, o equivalente a R$ 1.298,5 bilhões.