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Endividamento das famílias cresce em 2025 e atinge quase 8 em cada 10 lares no Brasil

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Expectativa de alívio em 2026

Apesar dos números mais elevados no fim de 2025, a CNC projeta uma tendência de recuo do endividamento e da inadimplência no início de 2026. A avaliação é de que o primeiro trimestre do novo ano pode trazer algum alívio, caso as condições econômicas se tornem mais favoráveis.

A capacidade das famílias de quitar dívidas e evitar novos atrasos está diretamente ligada ao comportamento da taxa básica de juros, a Selic, definida pelo Banco Central. Uma redução gradual da Selic pode aliviar o custo do crédito, diminuir o valor das parcelas e permitir que os consumidores reorganizem suas finanças sem recorrer a novas dívidas. A expectativa da CNC é de que esse movimento comece ainda no primeiro semestre de 2026.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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