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Inflação dos alimentos em abril: por que a cesta básica está pesando mais no seu bolso?

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Inflação oficial confirma pressão nos itens básicos

Os dados de inflação reforçam essa percepção. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o grupo alimentação e bebidas teve alta de 1,56% em março, sendo um dos principais responsáveis pelo avanço do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês. Dentro desse grupo, a alimentação no domicílio, que reúne os itens básicos consumidos diariamente, subiu ainda mais, com alta de até 1,94%, a maior desde 2022.

O detalhamento dos dados mostra que a pressão está concentrada justamente nos alimentos essenciais:

  • Feijão-carioca: alta de até 19,69%;
  • Ovo de galinha: 7,54%;
  • Leite longa vida: 4,46;
  • Carnes: 1,45%.

Esses aumentos ajudam a explicar por que a inflação dos alimentos tem sido mais sentida do que o índice geral.

Mulher brasileira em supermercado segurando feijão e dinheiro, ilustrando a alta da inflação de 2026 | Foto: Gemini/Google
Embora o IPCA acumulado em 12 meses esteja em torno de 4,14%, dentro da meta, os itens básicos sobem acima da média, impactando diretamente o orçamento das famílias. | Foto: Gemini/Google

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Sobre o autor Fernanda Evarista

Jornalista com qualificação em gestão esportiva e atuação na captação de recursos para a realização de projetos sociais de alto impacto

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