Trabalho com carteira assinada permanece estável
O levantamento também mostra estabilidade nas principais formas de ocupação. O Brasil terminou o trimestre com 39,3 milhões de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, sem considerar os empregados domésticos. O número praticamente não mudou tanto em relação ao trimestre anterior quanto na comparação anual.
Também permaneceram estáveis:
- 13,4 milhões de empregados sem carteira assinada;
- 26 milhões de trabalhadores por conta própria;
- 5,4 milhões de trabalhadores domésticos, embora esse grupo tenha registrado redução de 328 mil pessoas em relação ao mesmo período de 2025.
A taxa de informalidade ficou em 37,3% da população ocupada, o equivalente a 38,3 milhões de trabalhadores. O índice caiu ligeiramente em relação aos 37,5% registrados no trimestre encerrado em fevereiro e também ficou abaixo dos 37,8% observados um ano antes.
Cai número de pessoas subutilizadas e desalentadas
Outro indicador que apresentou melhora foi a taxa de subutilização da força de trabalho, que reúne pessoas desempregadas, aquelas que gostariam de trabalhar mais horas e quem desistiu de procurar emprego. O percentual caiu para 13,3%, ante 14,1% no trimestre anterior e 14,9% no mesmo período de 2025.
Ao todo, 15,1 milhões de brasileiros estavam nessa condição, uma redução de 920 mil pessoas em relação ao trimestre anterior e de 1,9 milhão na comparação anual.
Já o número de pessoas desalentadas, que são aquelas que desistiram de procurar emprego por acreditarem que não conseguiriam uma vaga, recuou para 2,4 milhões, queda de 10,2% no trimestre e de 14,6% em relação ao ano passado.