Parcerias entre empresas permitiram expansão do serviço
O funcionamento do Pix no exterior depende de acordos entre bancos, empresas de tecnologia financeira e operadoras das maquininhas de pagamento. No Chile, por exemplo, a fintech PagBrasil atua em parceria com a VirtualPOS para oferecer o serviço em milhares de estabelecimentos. Na Argentina, o Banco do Brasil firmou um acordo com o Banco Patagonia, permitindo pagamentos em mais de 6 mil pontos comerciais.
Já no Uruguai, a operação é realizada pela Getnet. Nos Estados Unidos, a integração foi feita com a Verifone. A estrutura de conversão das moedas também conta com empresas especializadas em câmbio e instituições financeiras que fazem a liquidação das operações.
O avanço acompanha a popularidade do Pix entre os brasileiros. Segundo o Global Payments Report, os cerca de 170 milhões de usuários do sistema têm incentivado empresas internacionais a adaptar suas maquininhas para aceitar esse tipo de pagamento, ampliando as opções para quem viaja e busca uma forma mais econômica de fazer compras no exterior.


