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Diversidade e o movimento LGBTQIAPN+ no mercado imobiliário, conhecido como “economia pink”

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Hoje, 28 de junho, é considerado o dia da diversidade, ou como nomeado, dia do orgulho LGBTQIAPN+, data escolhida como referência a um acontecimento nos Estados Unidos que foi considerado o marco inicial pela luta dos direitos.

LGBT DIVERSIDADE
Mulheres em 1964 durante luta contra a violência policial. Reprodução: UOL UNIVERSA

O caso em questão aconteceu em 1969, quando frequentadores de um bar em Nova York se sentiram incomodados e se rebelaram contra a perseguição policial que a comunidade gay sofria. Após mais de cinco décadas, o movimento cresceu e mesmo com muitas vitórias, ainda continua na luta por respeito.

A bandeira da diversidade inspira muitos segmentos, e movimenta negócios em diferentes áreas da economia e com isso, nasceu a expressão “economia pink”, que classifica investimentos relacionados à serviços e produtos para o público LGBTQIAP+.

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Como o mercado imobiliário tem relação com a diversidade?

O setor imobiliário tem sido impactado diretamente com essas frentes ligadas à diversidade, pois as mudanças têm começado pela comunicação dos empreendimentos e imagem das empresas.

Há algum tempo, a plataforma Quinto Andar lançou uma campanha apresentando alguns dos seus clientes e familiares, para reforçar a importância de se sentir bem com a própria sexualidade.

E após isso, muitos empreendimentos com o intuito de reforçar a ideia de diversidade de seus projetos, começaram a utilizar casais homoafetivos em suas propagandas.

Outro ponto que tem estado em evidência, são os treinamentos por parte dos condomínios para evitar que atitudes preconceituosas ocorram e caso ocorra, sejam punidos.

O primeiro condomínio gay no Brasil

Em 2008, foi lançado na Bahia, o primeiro condomínio gay. A ideia era oferecer um local exclusivo para frequentadores da região. A campanha realizada na época tinha uma chamada criativa que convidada as pessoas a conhecerem o metro quadrado menos quadrado na Bahia.

Praça LGBTQIAPN+ na Bahia. Reprodução: G1

O empreendimento não difere dos outros projetos, mas só pelo fato de ser pensado para um público específico, garante mais segurança e liberdade para que as pessoas se sintam confortáveis e seguros.

Como a diversidade influencia no setor jurídico?

Na esfera jurídica também houve mudanças. Os direitos sociais do casamento e da união estável homoafetiva se estendem aos direitos patrimoniais do casal. Por esse motivo é importante que os advogados estejam preparados para auxiliar os clientes na busca pelos seus direitos.

Houve muitos avanços na luta contra o preconceito e ao reconhecimento dos direitos.

Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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