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Batom e minissaias: o que o consumo diz da economia?

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Desde a pandemia de covid-19, economistas e analistas acompanham atentamente sinais de que uma nova recessão pode surgir, especialmente nos Estados Unidos. Os indicadores clássicos, como inflação, juros e confiança do consumidor, seguem no radar. Mas há também quem observe o comportamento do consumo cotidiano para tentar antecipar movimentos da economia. É o caso de teorias como o “índice do batom”, que ganhou fama por apontar que, em tempos difíceis, a venda de cosméticos baratos tende a crescer.

Essa lógica se baseia na ideia de que, em períodos de aperto financeiro, consumidores trocam grandes compras por pequenos luxos, como um batom novo, que proporcionam sensação de bem-estar. Mas até que ponto essas observações têm respaldo econômico?

Teorias como a do Índice do Batom relacionam o aumento de consumo de um produto como sinal de que retração econômica a caminho | Foto: Reprodução/Canva
Teorias como a do Índice do Batom relacionam o aumento de consumo de um produto como sinal de que retração econômica a caminho | Foto: Reprodução/Canva

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Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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