Ecossistema de marcas e oportunidades no mercado regional
Antes de ingressar no reality, Marciele já consolidava sua atuação na valorização da cultura nortista por meio da Vai de Cunhã, marca própria que une ativismo e preservação cultural ao fazer referência ao seu posto de Cunhã-Poranga do Boi Caprichoso, no Festival Folclórico de Parintins. Durante o confinamento, com essa bagagem, se transformou em uma embaixadora orgânica que deu escala nacional a diversos ateliês do Norte do Brasil.
Nesse ecossistema, destacam-se negócios focados em produção artesanal e feminina, como o Ateliê Derequine e a Cllar Store, especializada em handmade e crochê, além do Auera Ateliê, que aplica a lógica da economia circular ao macramê.
A curadoria de Marciele também impulsionou marcas que unem tradição e inovação têxtil, a exemplo da Sioduhi e da Vanda Batalha, que traduzem elementos regionais para o design contemporâneo. Completando essa rede de impacto, marcas como a Elfit reforçaram o modelo de produção colaborativa, provando que a moda fitness também pode ser um vetor de fortalecimento para o empreendedorismo feminino no Norte.


