A força da economia sustentável da amazônia
A economia criativa na nortista não é apenas cultural; é um vetor de desenvolvimento financeiro. Com os seguintes pilares estratégicos do modelo:
- Geração de Renda Local: Manutenção do capital dentro das comunidades.
- Escalabilidade Humana: Produção artesanal que valoriza o saber tradicional.
- Matérias-Primas Regionais: Uso de recursos renováveis e cadeias produtivas curtas.
- Empreendedorismo Feminino: Fortalecimento da autonomia financeira de mulheres indígenas e ribeirinhas.
De acordo com dados do Observatório FIRJAM (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), a economia criativa já representa cerca de 3% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. O crescimento contínuo é impulsionado por um novo perfil de investidor e consumidor, que busca valor além do produto físico.


