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Eliminação do Brasil na Copa faz vendas de camisas despencarem e muda planos do comércio

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Camisas estavam entre os produtos mais procurados

Antes do início do Mundial, a expectativa do comércio era positiva. Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil estimava que cerca de 99,2 milhões de brasileiros fariam compras relacionadas à Copa.

O levantamento apontava que 60% dos consumidores pretendiam comprar produtos ou contratar serviços durante o torneio. O gasto extra médio previsto era de R$ 619, chegando a R$ 784 entre consumidores das classes A e B.

Entre os itens mais procurados estavam justamente as camisas, roupas e uniformes ligados à Seleção Brasileira ou à Copa. Esse segmento aparecia nos planos de 61% dos consumidores que pretendiam fazer compras durante o torneio.

Além disso, 47% afirmavam que pretendiam adquirir produtos oficiais, principalmente pela percepção de maior qualidade e durabilidade.

Esse tipo de venda costuma acompanhar o desempenho da Seleção. Quanto mais tempo o Brasil permanece na disputa, maior tende a ser o interesse por camisas, bandeiras, bonés, acessórios e artigos para torcida. Com a eliminação, esse movimento perde força e o comércio precisa buscar alternativas para evitar que o estoque fique parado.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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