Quem pode participar da Rede Memória Viva?
O edital é voltado para territórios e iniciativas que atuam na preservação da herança africana no Brasil. Podem participar quilombos, comunidades tradicionais, museus comunitários, centros culturais, roteiros de memória, organizações da sociedade civil e outros espaços que desenvolvam ações ligadas à valorização da história, da cultura e das tradições afro-brasileiras.
Além da seleção dos quatro territórios que integrarão o projeto-piloto, todas as iniciativas inscritas poderão contribuir para um levantamento nacional que pretende identificar experiências de preservação da memória negra em diferentes estados.
Segundo os organizadores, esse mapeamento servirá para dar mais visibilidade a projetos que, muitas vezes, desempenham um papel importante em suas comunidades, mas ainda enfrentam dificuldades para conseguir reconhecimento e apoio.


