Perfil das iniciativas e fontes de financiamento
O relatório revela que 74% das iniciativas são gratuitas, sendo que 43% são financiadas por recursos privados, como empresas, instituições financeiras e associações. Apenas uma pequena parte conta com apoio público direto.
Em relação ao público-alvo, 55% das iniciativas são voltadas para pessoas físicas. Apenas 10% têm foco exclusivo em empresas e organizações, e quase metade (48%) das ações atendem públicos diversos, sem distinção de renda ou acesso a produtos financeiros.
Os orçamentos das ações variam bastante, indo de menos de R$ 1 mil a mais de R$ 500 mil por ano, o que mostra a heterogeneidade das iniciativas, que vão desde pequenos projetos locais até programas robustos com grande cobertura nacional.
O conteúdo mais comum nas ações é voltado a planejamento financeiro pessoal, mudança de comportamento em relação ao consumo, práticas de poupança e introdução aos investimentos. Muitos projetos também oferecem orientações práticas, como organização de despesas e metas de economia.
Geograficamente, o relatório aponta forte concentração das iniciativas na região Sudeste, com São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais reunindo 66% das ações mapeadas. As demais regiões ainda possuem baixa representação, o que indica espaço para expansão da educação financeira em áreas menos assistidas.


