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Taxa de analfabetismo cai para 4,9% no Brasil em 2025 e atinge novo mínimo histórico

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Desafios demográficos e regionais

Apesar dos avanços comemorados, os dados do IBGE acendem alertas importantes para os analistas de mercado e formuladores de políticas públicas. O analfabetismo atual apresenta duas grandes concentrações:

  1. Fator demográfico (população idosa): A maior parte das pessoas que ainda não sabem ler e escrever tem 60 anos ou mais. Trata-se de um reflexo histórico de uma época em que o acesso à escola era restrito. Entre os jovens, o índice é drasticamente menor.
  2. Disparidade regional: As maiores taxas de analfabetismo continuam concentradas na região Nordeste, enquanto o Sul e o Sudeste registram os menores índices.

Essa desigualdade regional impacta diretamente a distribuição de renda e a atratividade de investimentos privados, evidenciando a necessidade de políticas direcionadas para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) nessas localidades.

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Sobre o autor Fernanda Evarista

Jornalista com qualificação em gestão esportiva e atuação na captação de recursos para a realização de projetos sociais de alto impacto

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