Uso de recursos naturais
Fazer uso de recursos naturais de maneira consciente e respeitando as normas vigentes de preservação ao meio ambiente é algo que precisa ser praticado constantemente. Estamos contemplando alguns feitos que são exemplos desse modelo inovador, como as campanhas eleitorais “lixo zero” de candidatos que apostaram em “santinhos” em folhas secas; houve também, no carnaval, confetes de folhas secas, glitters biodegradáveis e copos reutilizáveis.
Resíduos vegetais, amido, bambu, plástico PLA (ou ácido polilático – um termoplástico biodegradável, de origem natural e renovável) entre outros, são recursos naturais e renováveis para negócios que visam o futuro. Todo e qualquer modelo de negócio que já tem em seu projeto a valorização da natureza já está à frente tanto na hora de mobilizar investimentos quanto para estratégias de marketing.
Somos referências quando o assunto é biodiversidade e uma potencial exportadora; é preciso enxergar os recursos disponíveis para oportunizar novos negócios. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) nos sinaliza, no Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia, um crescimento de 1,03% no PIB-Bio 2023. Esse dado evidencia o aumento significativo comparado à baixa do ano anterior e nos direciona para um futuro promissor.

O desenvolvimento sustentável é, sem dúvidas, o caminho mais certeiro para os empreendedores brasileiros. As vantagens tropicais e as instalações de desenvolvimento verde contribuem para práticas responsáveis e de potenciais ganhos, tanto para o planeta quanto para as empresas. O nosso território é riquíssimo, e o nosso povo, criativo.
A junção desses recursos nos coloca como potência na produção e exportação de produtos nas áreas de robótica, biociência, nanotecnologia, agronegócio e biotecnologia industrial. O mercado é amplo, e as oportunidades também. Promover conhecimento para que essas riquezas sejam aproveitadas é uma meta alcançável e que merece nossa atenção.


