IBOV 138.420 +0,82% USD/BRL 5,18 -0,34% EUR/BRL 5,62 +0,11% Bitcoin US$ 61.450 -0,38% Ethereum US$ 1.627 -0,67% Selic 9,75% estável IPCA 12m 3,84% -0,12pp Petróleo Brent US$ 82,40 +1,21%

Mercado de carbono: compensar ou reduzir o lucro é certo

Por

·

O Protocolo de Quioto estabeleceu maneiras de preservar o meio ambiente ao reunir 55% dos países mais desenvolvidos e, consequentemente, os mais poluentes, em um tratado histórico que entrou em vigor em 2005, com a finalidade de impulsionar o progresso sustentável.

Mitigar as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é o pilar deste acordo, que tem como objetivo central mobilizar potências para preservação do meio ambiente.

Já estamos em 2024 e seguimos atentos aos avanços dos efeitos do aquecimento global e das soluções necessárias para amenizar os danos ambientais e, assim, também preservar os direitos humanos, como estabelecido em evento pré-COP29, realizado na capital do Azerbaijão.

O tema sobre mercado de carbono segue como pauta principal, e a Organização das Nações Unidas (ONU) sinalizou diretrizes que serão validadas na COP29, em novembro, em Baku. Especialistas e negociadores chegaram a um acordo para definir na 29ª Conferência do Clima um projeto de carbono que equilibre as necessidades de atingir a meta de Paris e apoiar os participantes do mercado, como ressalta Maria AlJishi, presidente do órgão de supervisão do Artigo 6.4, em texto publicado no portal da ONU.

Continuar lendo

Sobre o autor Rachel Maia

Rachel Maia é founder e CEO da RM Cia 360 e fundadora do Instituto Capacita-me. Formada em Ciências Contábeis, possui MBA pela FGV, FIA e especialização em Harvard. Atualmente, atua como Conselheira de Administração Independente em grandes empresas

Newsletter

As principais notícias de finanças no seu e-mail

Análises de mercado, economia e negócios. Sem spam, cancele quando quiser.

Publicidade