O Protocolo de Quioto estabeleceu maneiras de preservar o meio ambiente ao reunir 55% dos países mais desenvolvidos e, consequentemente, os mais poluentes, em um tratado histórico que entrou em vigor em 2005, com a finalidade de impulsionar o progresso sustentável.
Mitigar as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é o pilar deste acordo, que tem como objetivo central mobilizar potências para preservação do meio ambiente.
Já estamos em 2024 e seguimos atentos aos avanços dos efeitos do aquecimento global e das soluções necessárias para amenizar os danos ambientais e, assim, também preservar os direitos humanos, como estabelecido em evento pré-COP29, realizado na capital do Azerbaijão.
O tema sobre mercado de carbono segue como pauta principal, e a Organização das Nações Unidas (ONU) sinalizou diretrizes que serão validadas na COP29, em novembro, em Baku. Especialistas e negociadores chegaram a um acordo para definir na 29ª Conferência do Clima um projeto de carbono que equilibre as necessidades de atingir a meta de Paris e apoiar os participantes do mercado, como ressalta Maria AlJishi, presidente do órgão de supervisão do Artigo 6.4, em texto publicado no portal da ONU.


